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Política Destaques do dia
09/02/2021 07h59
Por: Jornalista Milton Atanazio

9 de fevereiro, terça-feira – DESTAQUES DO DIA

9 de fevereiro, terça-feira – DESTAQUES DO DIA

Bom dia. Aqui estão os principais assuntos para você começar o dia bem-informado, destacados pelo jornalista Milton Atanazio, direto de Brasília.


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n o t í c i a s

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Imunização no Brasil: cidades vacinam profissionais fora da linha de frente antes dos idosos e provocam críticas. Especialistas apontam ‘desordem’ nas primeiras semanas de vacinação, e falta de clareza nos critérios chega ao STF. Governo terá 5 dias para definir ordem nos grupos prioritários. ‘O Assunto’ debate a geopolítica da vacina contra a Covid-19. Brasil ultrapassa 232 mil mortes pela doença, com média móvel de 1.015 por dia. Auxílio emergencial: Bolsonaro diz que negocia com ministros; Rodrigo Pacheco vê ‘expectativa positiva’. Nos Estados Unidos, o julgamento de impeachment de Donald Trump no Senado começa nesta terça. E o ‘BBB21’ faz quase todos os cantores do reality crescerem no streaming.

Vacinação no Brasil

“Desordem”, “falta de planejamento” e “erro”. Especialistas ouvidos pelo G1 analisam de forma negativa um dos aspectos das primeiras semanas da campanha de vacinação contra a Covid-19 no Brasil. Os alvos da crítica são as cidades que passaram a vacinar profissionais da área de saúde que não atuam na linha de frente do combate à pandemia. Biólogos, psicólogos e educadores físicos, entre outros profissionais, ganharam prioridade em locais onde as doses não começaram a chegar aos idosos.

Nesta segunda (8), o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o governo defina uma ordem de preferência, entre os grupos prioritários, para orientar a imunização contra a doença. Segundo o ministro, essa ordem deve seguir critérios-científicos, e a divulgação tem de ser feita em até cinco dias após o governo ser notificado.

Entenda o caso: o Plano Nacional de Vacinação atualizado em janeiro afirma que 77,2 milhões de pessoas pertencem aos grupos prioritários, incluindo idosos e médicos que atuam na linha de frente do combate à pandemia. Mas, segundo Lewandowski, não está claro qual desses grupos deveria ser atendido primeiro, em um cenário no qual as vacinas ainda são escassas no país.

Antes de ser divulgada a determinação do ministro do STF, o Ministério da Saúde alertou que as “primeiras etapas” da campanha nacional de vacinação não têm previsão de atender 100% dos profissionais de saúde. Segundo o alerta do governo enviado para estados e municípios, um dos focos específicos da “primeira fase” da vacinação é atender 34% dos trabalhadores da saúde, apenas aqueles que atuam diretamente na linha de frente contra a pandemia. No entanto, o texto da pasta não tem o detalhamento pedido por Lewandowski.

  • Brasil já aplicou ao menos uma dose de vacina em 3,81 milhões, aponta consórcio de imprensa
  • Vacina contra a Covid-19 no Brasil: veja como está vacinação hoje na sua cidade
  • Variantes da Covid-19: entenda como o perfil das vacinas influencia na eficácia contra as mutações

O Assunto

Geopolítica da vacina: neste episódio, as estratégias de Rússia, China e Índia para suprir o vácuo deixado pela reserva desenfreada de doses pelos países ricos e as consequências mundiais da desigualdade da cobertura vacinal contra a Covid-19.

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Dados da pandemia

Brasil registra 687 mortes por Covid em 24 horasBrasil registra 687 mortes por Covid em 24 horas
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O total de mortes pela doença no país é de 232.248, de acordo com os dados coletados pelo consórcio de veículos de imprensa.

O Brasil registrou média móvel de 1.015 mortos por Covid a cada dia. O país contabilizou 9.550.301 casos e 232.248 óbitos desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa. Já são 19 dias seguidos com a média móvel de mortes acima de 1 mil. Sete estados estão com alta nos óbitos; veja os dados detalhados.

O estado de São Paulo está há 31 dias seguidos com média de mortes por Covid-19 acima de 200 por dia. A média diária de novos casos confirmados da doença também segue em patamar elevado, acima de 10 mil nesse período.

  • Governo de SP diz que 88% das escolas estaduais reabriram as portas nesta segunda; sindicato estima que 5% dos alunos foram às aulas
  • Senador e ex-governador da Paraíba, José Maranhão morre aos 87 anos
  • Entenda por que mesmo quem já teve Covid precisa usar máscara
  • Sistema de saúde entra em colapso em Rondônia

‘Tratamento precoce’

Parentes de pacientes internados em Manaus fazem fila para compra de oxigênio no dia 18 de janeiro. — Foto: Bruno Kelly/ReutersParentes de pacientes internados em Manaus fazem fila para compra de oxigênio no dia 18 de janeiro. — Foto: Bruno Kelly/Reuters
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O ministro Benjamin Zymler, do Tribunal de Contas da União (TCU), deu dez dias para a Secretaria de Saúde de Manaus responder se foi pressionada pelo Ministério da Saúde a tratar pacientes com Covid-19 com os remédios cloroquina, hidroxicloroquina e ivermectina. Os três medicamentos são ineficazes para o combate à doença, de acordo com estudos científicos realizados no Brasil e no exterior. No entanto, desde o início da pandemia o presidente Jair Bolsonaro insiste no tratamento com os medicamentos.

No despacho, Zymler faz menção a uma visita de uma força-tarefa do Ministério da Saúde a Manaus, no início de janeiro, quando a cidade já registrava disparada nos casos de Covid-19. Dias depois, o sistema de saúde de Manaus entrou em colapso.

  • Grupo de médicos e cientistas protocola pedido de impeachment de Bolsonaro
  • TJ rejeita denúncia do MP contra governo do Pará sobre suposta compra irregular de respiradores

Volta do benefício

O presidente da república, Jair Bolsonaro, nesta segunda-feira, 08 de fevereiro — Foto: MATEUS BONOMI/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDOO presidente da república, Jair Bolsonaro, nesta segunda-feira, 08 de fevereiro — Foto: MATEUS BONOMI/AGIF – AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/AGIF – AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO
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Em cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro disse estar “negociando” uma possível retomada do auxílio emergencial com ministros. Já o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), falou sobre o tema em entrevista à GloboNews. Pacheco afirmou ver “expectativa positiva” de um anúncio ainda nesta semana. No entanto, os políticos não citaram valores ou o número de beneficiários, por exemplo.

“Estamos negociando com [os ministros] Onyx Lorenzoni [Cidadania], Paulo Guedes [Economia], Rogério Marinho [Desenvolvimento Regional], entre outros, a questão de um auxílio ao nosso povo, que está ainda em uma situação bastante complicada”, afirmou Bolsonaro.

  • Gerson Camarotti: Para compensar fim do auxílio emergencial, governo estuda benefício de R$ 200 por três meses

Mudança de cadeira

Ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, no Piauí — Foto: Foto: Rafael Carvalho/Min. CidadaniaMinistro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, no Piauí — Foto: Foto: Rafael Carvalho/Min. Cidadania
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O presidente Jair Bolsonaro afirmou que o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, assumirá o cargo de ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República. A troca de cadeira de Onyx era aguardada a fim de abrir espaço no Ministério da Cidadania — que cuida do Bolsa Família e respondeu pelo auxílio emergencial — para contemplar aliados do governo que votaram nos candidatos de Bolsonaro nas eleições do Congresso Nacional.

O posto de ministro da Secretaria-Geral está vago desde o final de dezembro, quando o então titular Jorge Oliveira deixou o governo para assumir uma cadeira de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU).

  • Andréia Sadi: Aliado de ACM Neto, deputado é cotado para ocupar ministério da Cidadania
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Congresso Nacional

Arthur Lira em Manaus — Foto: REUTERS/Bruno KellyArthur Lira em Manaus — Foto: REUTERS/Bruno Kelly
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O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), eleito para o posto no último dia 1º, decidiu mudar o local destinado à imprensa na Casa para instalar no lugar o novo gabinete da presidência. Com isso, os jornalistas atualmente alocados em um comitê com acesso direto ao plenário passarão a trabalhar em um espaço distante da área onde são realizadas as sessões da Câmara.

Alta dos combustíveis

Petrobras sobe preços do diesel, gasolina e GLP — Foto: Reprodução / EPTVPetrobras sobe preços do diesel, gasolina e GLP — Foto: Reprodução / EPTV
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Começa hoje a vigorar o aumento dos preços médios de venda às distribuidores da gasolina, diesel e GLP, segundo a Petrobras. O preço médio de venda da gasolina passará a ser de R$ 2,25 por litro, refletindo aumento médio de R$ 0,17 por litro. Já o preço médio de venda de diesel passará a ser de R$ 2,24 por litro, refletindo aumento médio de R$ 0,13 por litro.

É a terceira alta do ano nos preços da gasolina, e a segunda no valor do litro do diesel. Desde o início do ano, a Petrobras já elevou em 22% o preço da gasolina – em dezembro, o litro custava R$ 1,84. Já o diesel subiu 10,9%. Com as novas altas, o litro da gasolina passou a custar mais caro que o do diesel às distribuidoras.

  • Como são formados os preços da gasolina e diesel?

Pauta na Câmara

Sede do Banco Central em Brasília — Foto: REUTERS/Adriano MachadoSede do Banco Central em Brasília — Foto: REUTERS/Adriano Machado
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Relator na Câmara do projeto que estabelece a autonomia do Banco Central, o deputado Silvio Costa Filho (Republicanos-PE) afirmou que o parecer sobre o texto já foi chancelado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e pelo próprio presidente do BC, Roberto Campos Neto. Segundo o parlamentar, a versão final do texto será apresentada em uma reunião de líderes hoje e, se o acordo se mantiver, o tema vai à votação em plenário até quarta (10).

Lembre o caso: a autonomia do BC já foi aprovada no Senado e estabelece, entre outras mudanças, mandatos de quatro anos para os diretores da instituição.

Estados Unidos

O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump e a ex-primeira-dama Melania Trump deixam a Casa Branca em 20 de janeiro de 2021, dia da posse Joe Biden — Foto: Leah Millis/ReutersO ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump e a ex-primeira-dama Melania Trump deixam a Casa Branca em 20 de janeiro de 2021, dia da posse Joe Biden — Foto: Leah Millis/Reuters 
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Com previsão de duração menor do que na primeira ocasião – quando se arrastou por três semanas – começa nesta terça-feira (9) o julgamento do segundo impeachment de Donald Trump no Senado americano.

Único presidente na história dos Estados Unidos a ser condenado duas vezes pela Câmara, ele agora é acusado de incitar à violência que resultou na invasão ao Capitólio, a sede do Congresso, em 6 de janeiro.

A aprovação do impeachment parece improvável pela composição da Casa, mas Trump corre o risco de perder direitos políticos. Veja como será o julgamento.

Previsão do tempo

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