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Esportes Em entrevista
18/02/2021 08h33
Por: Marina Sousa

Presidente do Vasco sobre explicações de empresa do VAR: 'Inaceitáveis'

O Vasco não ficou satisfeito com as explicações dadas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e pela empresa que opera o VAR em relação aos episódios ocorridos na derrota por 2 a 0 para o Internacional, e pretende ir até as últimas consequências com o pedido de anulação da partida feito terça (16) no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

Em entrevista, o presidente do clube, Jorge Salgado, classificou como "inaceitáveis" os argumentos apresentados pela empresa Hawk-Eye, que operacionaliza a cabine de árbitro de vídeo e que justificou o episódio da falha do equipamento — na verificação de um possível impedimento no primeiro gol colorado - como um "inconveniente causado pelo baixo ângulo das câmeras, em conjunto com a sombra se movendo no campo".

Foto: Rafael Ribeiro / Vasco
Foto: Rafael Ribeiro / Vasco

"As explicações dadas pela empresa de tecnologia são inaceitáveis. A altura do estádio e as 'sombras' no campo são as mesmas de todas as outras partidas jogadas em São Januário no mesmo horário, com o VAR não tendo reportado nenhum problema anteriormente. Nosso Departamento Jurídico fundamentou de maneira sólida nosso pedido de impugnação da partida demonstrando um flagrante erro de direito contra o Vasco. E é esse o resultado que esperamos do STJD, em nome do respeito às normas e à isonomia devida a todos os participantes num certame esportivo", declarou Salgado.

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O dirigente, na mesma resposta, afirmou que o episódio ocorrido em São Januário não está previsto na regulamentação do VAR, e que isso embasa o Vasco na movimentação jurídica para anular o duelo válido pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro:

"Se acompanharmos o desenrolar dos fatos, o que temos é uma sequência de erros assumidos que são justificados através de duas protocolares notas oficiais assumindo o não funcionamento do VAR na hora decisiva e nenhuma providência tomada. Enquanto isso, o Vasco sai mais uma vez gravemente prejudicado de campo. O que se passou no jogo Vasco x Internacional foi algo inédito no Campeonato Brasileiro e não está previsto na regulamentação do VAR".

Também na mesma resposta, Jorge Salgado sequenciou os acontecimentos que interpreta como equivocados por parte da arbitragem.

"Primeiro a equipe do VAR determinou, antes do jogo, a retirada da câmera da Vasco TV da linha do impedimento para 'não gerar conflito com o VAR'. Uma câmera que sempre esteve naquela posição nas inúmeras partidas que sediamos no nosso estádio. Na sequência, segundo a empresa que opera o VAR, o equipamento começa a partida funcionando e para de funcionar justamente no lance capital do jogo, um gol em impedimento do Internacional que abre o placar. A arbitragem de campo fica alguns minutos aguardando a revisão do lance, que era obrigatória nessa circunstância, mas a mesma não acontece. E o gol é confirmado em flagrante prejuízo ao Vasco. Ainda mais grave, a empresa responsável pela tecnologia do VAR afirma que o problema com o equipamento teria sido sanado em "poucos minutos", o que reforça a obrigação do jogo a seguir paralisado até a solução do problema técnico e a devida revisão do lance", argumentou o mandatário.

Fonte: Uol
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