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23/03/2021 11h02
Por: Bruna Dias

Entenda por que você não deve repreender o choro do seu filho

Toda criança deseja e necessita ser amada e aceita pelos pais. Isso vale para qualquer criança, de qualquer época. Dos nossos avós aos nossos pais, nós mesmos e agora nossos filhos – todos, quando crianças, requeriam amor e aceitação de seus cuidadores, embora, nem sempre puderam receber tais comportamentos.

A forma como educamos os nossos filhos depende da educação que recebemos de nossos pais. "Eles deram o que sabiam, o que tinham, o que podiam, e com certeza foi o melhor que conseguiram. Talvez não tenha sido o que você merecia, mas ainda assim foi suficiente para você chegar até aqui", relata a educadora parental Telma Abrahão, autora do livro "Pais que evoluem: um novo olhar para a infância". Ela ressalta que o fato de não termos recebido a atenção que merecíamos quando crianças, não significa que vamos repetir com nossos filhos o que já sabemos que não nos fez bem no passado.

Freepik
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"Validar as emoções é dar nome ao que se sente e reconhecer como importante. Se seu filho está chorando porque caiu e se machucou, em vez de dizer 'Pare de chorar, isso não foi nada'. que tal validar o que ele sente?", propõe Telma. Para tanto, ela sugere dizer algo como 'Eu sei que você caiu e está doendo, eu também já caí quando era pequeno. O que acha que podemos fazer para melhorar a dor?'.

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Essa é uma forma de validar a emoção, usar a empatia e focar em solução. "As chances do choro parar após uma interação desse tipo são muito maiores, porque a criança se sentiu acolhida", comenta a educadora, que ressalta a importância de ressignificar o olhar para a infância.

"Crianças são pequenos seres humanos que sentem e sofrem com muita intensidade e os pais estão aqui para cuidar, proteger, guiar e não para humilhar, punir e amedrontar. Vamos nos esforçar para aprendermos a colocar limites e definir regras de forma que não seja ofensivo para as crianças. Elas não precisam disso para aprender", destaca.

A escritora diz ainda que é fundamental os pais olharem para dentro de si e se questionarem sobre os próprios padrões que podem se mostrar controladores, imperfeitos e até castradores. "Vamos cuidar bem da infância dos nossos filhos. Eles agradecem e o futuro também", conclui Telma.

Fonte: Metro Jornal
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