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03/05/2021 15h00
Por: Bruna Sampaio

Higienização das mãos pode evitar até 21% das doenças respiratórias

Foto: Divulgação
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O surto da pandemia de coronavírus em 2020 trouxe a necessidade de algumas "etiquetas" de higiene para a segurança social. De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), a lavagem das mãos pode reduzir os casos de doenças respiratórias, como os resfriados, entre 16% e 21%. Mas esse hábito prático e intuitivo dos tempos modernos já foi negligenciado entre profissionais e estudantes de saúde, além de funcionários de hospitais e clínicas até o fim do século XIX, impulsionando uma revolução sanitária no período.   

A coordenadora do curso de Biomedicina da Faculdade UNINASSAU, campus Redenção, Michely Laiany, explica que, em 1847, o médico húngaro Ignaz Semmelweis insistiu que seus alunos lavassem as mãos sempre que iniciassem uma prática diferente ou mudassem de ambiente, iniciando um novo protocolo de biossegurança social. "Parece estranho, mas até meados de 1900, lavar as mãos não era rotineiro, inclusive em hospitais. A diferença aconteceu quando Semmelweis exigiu que estudantes e médicos lavassem suas mãos com solução clorada após as autópsias e antes de examinar pacientes grávidas. Um mês após a intervenção, a mortalidade caiu de 12,2% para 1,2%. Apenas com esse método houve uma diferença de 10% em casos de mortes", pontua a biomédica.  

Desde então, a prática se tornou indispensável para os profissionais de saúde e ainda mais preconizada em tempos de ameaças virais em nível mundial, como o coronavírus. De acordo com Michely, a higiene das mãos é capaz de reduzir 20% a média de contaminação dos vírus causadores de doenças respiratórias. "Aquele caso do médico húngaro não é tão diferente da situação coronavírus. Lavar as mãos é uma das maneiras mais eficazes de evitar a transmissão e contaminação do SARS-CoV-2 (Covid-19). Ter as mãos limpas evita que cerca de 20% da população em geral adquira doenças respiratórias. Claro, sendo essencial outras atitudes como o uso de máscara e distanciamento", completa Michely Laiany.  

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Além da lavagem das mãos, a higienização de aparelhos celulares e superfícies de apoio, como mesa de escritório e de computador, compõem o hábito necessário contra as contaminações. É bom lembrar que, para os eletrônicos, o indicado é usar álcool isopropílico, com concentração de 70%, a fim de evitar a queima dos produtos.

Fonte: Ascom
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