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13/05/2021 16h30 Atualizada há 4 semanas
Por: Cristina

Cultura: Silvio Mendes denuncia que FMC exigiu mudar contadora

Foto: Divulgação FMS
Foto: Divulgação FMS

A polêmica envolvendo o cancelamento do contrato da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, com a OS da Orquestra Sinfônica de Teresina e OS dos Amigos do Balé da Cidade, parece estar longe de acabar.

Ao todo são 140 músicos na orquestra sinfônica, 1.940 alunos, entre crianças e jovens da rede pública de ensino, e o balé da cidade que são 63 membros. A média de salários dos que compõem as duas entidades é de um salário-mínimo.

O maestro Aurélio Melo, recebe um salário de R$ 4.482,00. Aurélio é maestro, gestor do palácio da cidade, e responsável por toda a organização de eventos.

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Nesta quinta-feira (13), o ex-prefeito de Teresina, Dr. Silvio Mendes afirmou, em entrevista, que o interesse na rescisão do contrato é puramente político. Uma das acusações que foi feita por Robert Rios contra a Orquestra Sinfônica, é que tinha uma contadora que ganhava mais do que o secretário de finanças, em torno de R$ 12.000,00  (doze mil reais).

“Não é verdade, a contadora existe lá desde sempre. Ela além de fazer a contabilidade, faz a folha de pagamento, ajuda na administração e ganha R$ 4.450,00 por todos esses trabalhos”, desmente Silvio.

Silvio fez duras críticas ao vice-prefeito, secretário de finanças, e agora responsável pela comunicação, Robert Rios, além de denunciar o que poderia ser uma chantagem.

De acordo com o médico, o maestro e diretor da OS da Orquestra Sinfônica, disse que a FMC impôs que fosse contratada uma nova contadora para a entidade, como condição para a permanência do contrato.  

O ex-prefeito denunciou que a FMC chamou o maestro Aurélio Melo e impôs que “uma das formas de continuar com o convênio, era que ele contratasse uma nova contadora, e demitisse a contadora que estava lá. Quem é essa nova contadora? É uma senhora que eu não conheço, que tem uma pessoa jurídica em Valença do Piauí, e é esposa de um dirigente da Fundação Monsenhor Chaves”, disse.

Silvio pontua que as informações foram passadas pelo próprio maestro, e completa dizendo que a contadora, indicada pela FMC, na prática não trabalha no palácio da cidade. “O Aurélio ficou constrangido, não concordou, mas aceitou que fosse nomeada essa nova contadora que não vai lá, essa nova contadora que ele foi obrigado a contratar com esse dinheiro do convênio, ela não trabalha na prática lá no palácio da cidade”.  

Além das denúncias, Silvio Mendes citou várias ações que chamou de desmonte de setores importantes para a população carente de Teresina.

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