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28/06/2021 08h26 Atualizada há 3 meses
Por: Adriano Magno

Delegado rebate advogada e afirma que irmão foi o autor das facadas

O delegado Francisco Costa, o "Baretta", do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), rebateu em entrevista na manhã desta segunda-feira (28), a versão contada pela advogada de defesa da família de Izadora Mourão, Esmaela Macêdo de que Dona Maria Nerci teria assumido a autoria do crime, deixando claro que João Paulo, seria inocente da acusação.

De acordo com Esmaela, não há elemento pericial que comprove a presença de João Paulo Mourão na cena do crime.

Delegado Baretta
Delegado Baretta

“Não estou aqui para contrapor a advogada porque a própria constituição diz que todo criminoso merece ter o direito a ampla defesa. A investigação foi feita com orientação partindo das circunstâncias do crime para o criminoso. O crime é o maior aliado da mentira, nós estamos aqui para dizer a verdade, os fatos foram apurados, o crime não se separa do criminoso. A perícia criminal juntamente com a prova testemunhal são claras onde coloca o autor material do crime, aquele que executa a ação de matar alguém, aquele que desferiu os onze golpes na vítima, o senhor João Paulo auxiliado pela sua mãe”, disse Baretta.

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Para o delegado a hipótese, em que a mãe teria sido a autora das facadas na filha, levantada pela advogada foge das provas contidas nos autos do inquérito de investigação. De acordo com o delegado, Izadora passou a ser hostilizada pela mãe e pelo irmão, após a morte do pai.  

“Durante a vida do pai, ele tinha uma proteção muito grande à Isadora, e quando morreu, que deixou esses bens materiais de herança, eles (mãe e irmão de Isadora) passaram a hostilizar ela. Isso está dentro do inquérito policial muito bem claro, esclareceu.

Ainda de acordo com o delegado a defesa deve montar sua estratégia de acordo com o que está nos autos.

“A defesa tem todo direito de usar sua estratégia, agora use estratégia de acordo com o que está nos autos”, disse.

Segundo o delegado, as investigações do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) apontaram João Paulo Santos Mourão, irmão de Izadora Mourão, como o autor material do homicídio triplamente qualificado.

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