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Jornalista, comunicador, árbitro judicial, consultor diplomático, cônsul honorário da Bielorrússia, editor da Revista VOX e Publisher da BrazilianNEWS.
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23/07/2021 19h48 Atualizada há 2 meses
Por: Jornalista Milton Atanazio

Sexta-feira, 23 de julho – RESUMO DO DIA

Boa noite. Aqui estão as notícias para você terminar o dia bem-informado, destacados pelo jornalista Milton Atanazio, direto de Brasília.

 

Sexta-feira, 23 de julho – RESUMO DO DIA
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N  O  T  Í  C  I  A  S 


DESTAQUE G1

 

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Sexta-feira, 23 de julho – RESUMO DO DIA
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Procuradoria abre inquérito para apurar suspeita de propina em negociação de vacinas contra Covid

 

Sexta-feira, 23 de julho – RESUMO DO DIA
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Procedimento investiga se houve improbidade administrativa; alvo principal é o ex-diretor de logística do Ministério da Saúde Roberto Dias, que chegou a ser detido pela CPI da Covid. Ele nega irregularidades.


O ex-diretor do Departamento de Logística, Roberto Ferreira Dias, fala durante sessão da CPI da Covid, no Senado Federal — Foto: GABRIELA BILó/ESTADÃO CONTEÚDO

O ex-diretor do Departamento de Logística, Roberto Ferreira Dias, fala durante sessão da CPI da Covid, no Senado Federal — Foto: GABRIELA BILó/ESTADÃO CONTEÚDO

A Procuradoria da República no Distrito Federal determinou a abertura de inquérito civil para apurar o suposto pedido de propina de US$ 1 por dose em negociação para compra de vacinas da farmacêutica AstraZeneca. Os procuradores vão analisar indícios de improbidade administrativa.

Segundo o órgão, serão analisados atos “praticados pelo então diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, e outros agentes públicos e privados, em razão de suposta solicitação de vantagem econômica indevida de US$ 1,00) por dose de vacina, em negociação para aquisição de vacinas contra a Covid-19, travada com Luiz Paulo Dominguetti Perreira, que seria o suposto representante da Davati”.

A procuradora Melina Flores analisou de forma preliminar os indícios e avaliou que há elementos para a abertura formal de uma investigação, sendo necessário aprofundar o caso com diligências.

Em nota, Roberto dias disse que “a abertura de inquérito civil pela Procuradoria da República no DF para investigar o suposto pedido de propina, foi recebido como uma oportunidade ímpar para esclarecer os fatos, oportunizando a manifestação de todos envolvidos para desmascarar a mentira criada por Luís Dominguetti”.

Suspeita

Roberto Dias foi exonerado do cargo no Ministério da Saúde em 29 de junho, após Luiz Paulo Dominghetti ter concedido entrevista ao jornal “Folha de S.Paulo”. Dominghetti, que se intitula representante da empresa Davati Medical Supply no Brasil, disse que o diretor pediu propina de US$ 1 por dose de vacina para a empresa assinar contrato com o ministério.

À CPI da Covid, Dominghetti disse que procurou a pasta para negociar 400 milhões de doses da vacina da AstraZeneca. Em depoimento à CPI, na última quarta-feira (7), Dias negou o pedido de propina.

O ex-diretor chegou a ser preso na comissão, por ordem do presidente do colegiado, senador Omar Aziz (PSD-AM), por falso testemunho. Dias passou algumas horas detido na Polícia Legislativa do Senado, mas depois foi liberado ao pagar fiança de R$ 1,1 mil.

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Abertura das Olimpíadas destaca luta contra a pandemia e superação dos atletas

Em cerimônia sem público na arquibancada, Japão homenageia os profissionais da saúde e faz um minuto de silêncio pelas vítimas do coronavírus


“Declaro abertos os Jogos Olímpicos de Tóquio”. Como foi aguardado o decreto do imperador Naruhito. Depois de um ano de adiamento, as Olimpíadas de Tóquio enfim começaram oficialmente nesta sexta-feira. Em uma cerimônia de abertura mais enxuta e sem público, o Japão encantou com uma mensagem de união, superação e esperança em tempos de pandemia de coronavírus. Até o dia 8 de agosto, os olhos do mundo se voltam para Tóquio e para as histórias de conquistas de 11 mil atletas.

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+ Veja as fotos da cerimônia de abertura

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As barreiras impostas pela covid-19 foram lembradas, dos atletas que treinaram sozinhos em períodos de isolamento aos profissionais da saúde na linha de frente da pandemia. Receberam as devidas homenagens em uma festa restrita a cerca de mil convidados entre chefes de estados e membros do Comitê Olímpico Internacional (COI), mas transmitida para bilhões de pessoas ao redor do planeta. Houve um minuto de silêncio em memória das vítimas da pandemia.

DESTAQUE – CNN

Sexta-feira, 23 de julho de 2021

A cerimônia de abertura das Olimpíadas ocorre hoje, às 8 horas, no estádio Nacional, reconstruído para abrigar os Jogos de Tóquio e que poderia receber, em condições normais, 60.102 espectadores. Em função da crise sanitária, porém, apenas 950 pessoas vão acompanhá-la, sendo elas, basicamente, autoridades esportivas e políticas, além de alguns convidados VIP.

Olimpíadas

O mistério sobre os detalhes da cerimônia de abertura de qualquer edição dos Jogos Olímpicos costuma ser uma tradição. Não seria diferente em Tóquio, em um evento adiado em um ano por causa do coronavírus. Quando a cerimônia de abertura começar nesta sexta-feira, ela colocará um fim aos meses de especulação sobre se as Olimpíadas serão mesmo capazes de ir em frente, além de gerar mais perguntas sobre como a pandemia pode moldar as semanas que estão por vir. Este ano, a cerimônia terá o tema “Moving Forward” (“Avançando”, em português), em uma referência à crise do coronavírus e a luta para superá-la.

Casa Civil

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que terá um encontro com o senador Ciro Nogueira (PP-PI) para definir se o político será escolhido para chefiar a Casa Civil. Mais cedo, ele havia dado certeza da escolha de Nogueira para a pasta, hoje comandada pelo general Luiz Eduardo Ramos. No desenho, Ramos assumiria a Secretaria-Geral da Presidência no lugar de Onyx Lorenzoni, este transferido para comandar a recriação do Ministério do Trabalho. As conversas ocorrem há semanas, mas um encontro na semana passada, na Bahia, que contou com a participação de Ciro, Lira, o presidente do PSL, Luciano Bivar, e o dirigente do DEM, Elmar Nascimento, avançou nas tratativas.

Voto impresso

A chance do retorno do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o que mais motiva alguns generais da cúpula do exército a endossarem o discurso do presidente Jair Bolsonaro pela implementação do voto impresso. Eles veem a reeleição de Jair Bolsonaro sob alto risco e avaliam que o aval jurídico que permitiu a Lula participar da eleição de 2022 é um sinal de que pode haver fraude na eleição. Generais da ativa e da reserva com quem a CNN conversou defendem a implementação do voto impresso, mas não deixam clara sua posição caso ele não seja implementado e como se posicionarão se o atual presidente for derrotado.

Covid-19

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) faz um alerta para o aumento no número de internações e mortes por Covid-19 entre pessoas acima de 60 anos no Brasil. O Boletim Observatório Covid-19 da quinta-feira (22) fez uma comparação entre a semana epidemiológica 23 (6 a 12 de junho) e a semana epidemiológica 27 (3 a 10 de julho). Na semana de junho, a proporção de internações entre idosos era de  27,2%. Na de julho, subiu para 31,8%. Em relação ao percentual de mortes, na semana de junho era 44,8% nessa faixa etária. Agora está em 58,2%. Desde 27 de junho, a maior parte dos óbitos voltou a ser de idosos.

IRPF

A Receita Federal libera hoje, a partir das 10h, o terceiro lote de restituição do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF) 2021. Os beneficiários que entram nessa lista receberão os créditos no dia 30 de julho. Mais de 5 milhões de pessoas serão contempladas, segundo a Receita. O valor total dos depósitos para esse lote é de RS 5,8 bilhões. Para saber se a restituição entra nessa lista, o contribuinte deve acessar o site da Receita, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, em “Consultar a Restituição”.

ESTADÃO – DESTAQUE de hoje – Coluna do Estadão

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Braga Netto jogou a pá de cal no voto impresso

 

Sexta-feira, 23 de julho – RESUMO DO DIA
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Em sua ameaça ao Congresso, o ministro e general da reserva Braga Netto encampou um assunto que havia muito surgia nas rodas de conversas entre militares: a suposta “necessidade” de revisão do sistema eleitoral do País, mais especificamente, do escrutínio dos votos por meio eletrônico/digital. Ou seja, querem o tal “voto auditável”. Até militares que não guardam simpatia por Jair Bolsonaro compactuam com a ideia. Agora, um deles, ouvido pela Coluna, avalia que a afoiteza do presidente e a pressão de Braga Netto enterraram o debate.

Deu ruim. Para esse mesmo general da reserva, a PEC do voto impresso foi “enterrada” após a reação da classe política, do Judiciário e da sociedade diante da insistência do governo.

Não… A declaração de Hamilton Mourão reafirmando as eleições de 2022 foi muito elogiada nos meios militares. O vice falou em nome de um grupo.

…é assim. A fala serviu como um freio de arrumação de parte dos fardados diante da confusão provocada pelos fanáticos ideológicos bolsonaristas: defender “voto auditável” é uma coisa, ameaçar de golpe a democracia, outra, dizem.

Mais… Se ficar confirmado o diagnóstico de que o debate sobre o voto impresso, finalmente, está interditado, sobrará dessa confusão toda apenas uma narrativa golpista para Bolsonaro tirar do colete, caso venha a ser derrotado em 2022.

…uma. Claro, por ora, Bolsonaro colhe benefícios imediatos de mais uma crise fabricada por ele próprio: a pandemia, o Fundo Eleitoral, a inflação e tantos outros problemas reais do País e do governo ficaram em segundo plano.

SINAIS PARTICULARES.

Braga Netto, ministro da Defesa

Kleber Sales

Missão… Presidentes de partidos do Centrão já passaram ao futuro ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP-PI), sua primeira demanda: convencer Jair Bolsonaro a não vetar o fundão de R$ 5,7 bilhões.

…impossível? A tarefa será árdua. Mas Nogueira pode, ao menos, articular um valor do fundo “mais favorável” ao Congresso.

Veja bem. Mesmo que Bolsonaro vete o Fundo Eleitoral, como já prometeu, o presidente do PP pode garantir algo em torno de R$ 4 bilhões, disse um dirigente do Centrão. Até porque, como bem lembrou, Bolsonaro precisará de recursos no ano que vem…

Sentiu. Eduardo Bolsonaro gravou vídeo pedindo aos eleitores “um voto de confiança no presidente”. “Ele sabe o que acontece aqui no Congresso Nacional. Várias pessoas, e às vezes até eu mesmo não tenho a foto completa do cenário político. Dê um voto de confiança”.

Sentiu 2. No momento em que Brasil e Argentina tentam refazer os laços, Eduardo termina o vídeo falando sobre o país vizinho: “A gente ainda não tem um Alberto Fernandéz (presidente argentino aliado de Lula) na presidência”.

CLICK. O prefeito de Maceió, João Henrique Caldas (PSB), tomou a primeira dose de vacina contra a covid-19 ontem, 22, dia em que completou 34 anos de idade.

Coluna do Estadão

Novo... O governo do Estado de São Paulo selecionou dois projetos de uma nova rodovia que deverá ligar a capital paulista ao Porto de Santos. Esse corredor multimodal será alternativa para o escoamento da produção nacional.

…modal. As empresas vencedoras terão 120 dias para aprofundarem os estudos, que serão analisados na próxima fase. O plano é que esse novo corredor logístico faça a conexão do Rodoanel Mario Cova até a margem esquerda do Porto e com a rodovia Cônego Domênico Rangoni.

Voz… Uma das lideranças mais fortes da Colômbia, a prefeita de Bogotá, Claudia López (Aliança Verde), fala sobre a crise política em seu país em evento da Fundação FHC e da Rede de Ação Política pela Sustentabilidade (Raps).

…feminina. O webinar Colômbia: Crise Política e Novos Atores Sociais hoje (sexta-feira, 23), às 11h com transmissão pelo Facebook da Raps e da FFHC.

PRONTO, FALEI!
Carlos Lupi, presidente do PDT: “Braga Netto é ministro do Brasil, não do Bolsonaro. A função do presidente foi escolhê-lo. A partir daí, é preciso se ater ao dever constitucional das Forças”.

DESTAQUE DE HOJE -ESTADÃO

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Cartas entregues pela Precisa têm indícios de ‘colagem’ e manipulação

Documentos entregues ao Ministério da Saúde e desautorizados pela farmacêutica indiana Bharat Biotech cobrem um pedido de visto para um representante da empresa brasileira, de dezembro do ano passado

BRASÍLIA – As cartas entregues pela Precisa Medicamentos ao Ministério da Saúde e que tiveram a autenticidade negada pela farmacêutica indiana Bharat Biotech têm fortes indícios de ‘colagem’ e manipulação de imagem. De forma simples, a reportagem identificou que, por trás de ambas as cartas, existe um mesmo documento: um pedido de visto para um representante da Precisa, identificado como Eduardo Sanchez.

O documento com indícios de colagem foi revelado pela rádio CBN e confirmado pelo Estadão. A reportagem conversou com o presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), Marcos Camargo. Na avaliação dele, uma perícia criminal “seria capaz de dizer exatamente o que ocorreu e como ocorreu”. 

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O documento com indício de colagem. Na imagem, um elemento em branco encobre o carimbo. Foto: Reprodução

“Aparentemente, tem-se uma possibilidade de adulteração no documento, ao aproveitar imagem de assinatura e carimbo de outro documento, e fraude, ao manipular o conteúdo do documento, substituindo um texto por outro”, disse ao Estadão.

A Bharat Biotech anunciou nesta sexta-feira, 23, a rescisão de seu acordo com a Precisa Medicamentos sem revelar o motivo. Em comunicado, a Bharat informa que “continuará a trabalhar diligentemente” com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pela vacina indiana Covaxin.

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O documento com indício de colagem. Foto: Reprodução

No comunicado, a Bharat negou a autoria de duas cartas que fazem parte do processo administrativo de compra do imunizante e foram enviadas ao Ministério da Saúde. Os documentos foram incluídos no material enviado pela Pasta à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, no Senado.

A reportagem identificou que, nas duas cartas há três arquivos, uns colados aos outros. Os primeiros arquivos das camadas mais externas são as cartas negadas pela Bharat. Em seguida, há elementos em branco. No fundo, há um papel timbrado com o pedido de visto.

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O documento com indício de colagem. É possível observar outro elemento em branco encobrindo o fundo. Foto: Redação

Da maneira como o arquivo está estruturado, os elementos em branco cobrem o conteúdo do pedido de visto. Sobram apenas o logotipo da Bharat Biotech e a assinatura com o carimbo da farmacêutica, que são visíveis nas cartas entregues pela Precisa ao Ministério da Saúde. 

Em uma das cartas, o carimbo da Bharat foi “apagado” por um elemento em branco. E substituído por outro, idêntico, um pouco mais acima.

O pedido de visto é datado de 23 de dezembro de 2021 e endereçado ao Consulado Geral da Índia em São Paulo. “Gostaríamos de convidar o Sr. Eduardo Sanchez da Precisa Comercialização de Medicamentos Ltda para nos visitar nos dias 7 e 8 de janeiro para discutir assuntos relacionados aos negócios”, afirma o documento. 

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O documento com indício de colagem. É possível observar mais outro elemento em branco encobrindo o fundo. Foto: Reprodução

“Solicitamos que considere favoravelmente a emissão de visto de negócios para o Sr. Eduardo Sanchez.”

As duas cartas apresentadas pela Precisa são datadas de 19 de fevereiro. Uma delas seria uma autorização de plenos poderes para a Precisa. A empresa brasileira seria a “representante legal e exclusiva no Brasil com poder de receber todas as notificações do Governo”. 

O suposto documento aponta que a empresa brasileira estaria “autorizada a participar de todos os processos de aquisição oficiais do Ministério da Saúde da Covaxin (vacina contra o Sars-CoV-2) produzidas pela Bharat Biotech International Limited, negociando preços e condições de pagamento, assim como datas de entrega, e todos os detalhes da operação, formalizando o contrato para nós”.

A outra carta é intitulada “Declaração de inexistência de fatos impeditivos”. O suposto documento registra que a farmacêutica estaria habilitada à contratação junto ao Ministério da Saúde. 

A farmacêutica indiana afirmou que as cartas não foram expedidas “pela Companhia ou por seus executivos”. “Portanto, negamos veementemente os mesmos”, afirmou a companhia indiana.

A Bharat Biotech é a produtora da Covaxin. Em 25 de fevereiro, o Ministério da Saúde fechou contrato de compra com a Precisa, que representava a Bharat, para compra de 20 milhões de doses da vacina. A aquisição do imunizante é alvo de múltiplas investigações por suspeita de irregularidades e corrupção. Tornou-se alvo da CPI da Covid, da Polícia Federal (PF), do Ministério Público Federal (MPF), da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Tribunal de Contas da União (TCU).O contrato foi suspenso pelo Ministério da Saúde em 29 de junho, após recomendação da CGU. A Pasta se comprometeu a pagar US$ 15 por dose, a vacina mais cara adquirida pelo País até o momento. A Anvisa ainda não autorizou o uso emergencial ou definitivo do imunizante.

Leia a íntegra do posicionamento da Precisa Medicamentos

A Precisa Medicamentos lamenta o cancelamento do memorando de entendimento que viabilizou a parceria com a Bharat Biotech para a importação da vacina Covaxin ao Brasil. A decisão, precipitada, infelizmente prejudica o esforço nacional para vencer uma doença que já ceifou mais de 500 mil vidas no país e é ainda mais lastimável porque é consequência direta do caos político que se tornou o debate sobre a pandemia, que deveria ter como foco a saúde pública, e não interesses políticos. 

A Precisa jamais praticou qualquer ilegalidade e reitera seu compromisso com a integridade nos processos de venda, aprovação e importação da vacina Covaxin, tanto que, nesta quinta-feira (22), obteve mais um passo relevante, com a aprovação, pela Anvisa, da fase três de testes no Brasil, a ser feita em parceria pelo Instituto Israelita Albert Einstein. Todos os trâmites foram conduzidos pela Precisa Medicamentos, que cumpriu os pré-requisitos impostos pela agência e apresentou todas as informações necessárias.

Infelizmente, o resultado prático desta confusão causada pelo momento político do país é o cancelamento de uma parceria com o laboratório indiano que iria trazer 20 milhões de doses de uma vacina com comprovada eficácia (65,2%) contra a variante Delta, justamente no momento em que essa variante escala no País.

A empresa continuará exercendo sua atividade no ramo fármaco empresarial, nos mais legítimos termos que sempre se pautou, com ética e valores sólidos, nesses mais de 20 anos de atuação.

Com informações do Estadão

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Fonte: G1
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