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Professor Ricardo Ribeiro
Professor Ricardo Ribeiro
Professor, Pedagogo, Consultor Educacional e pedagógico, Coordenador de Ensino Digital, membro da Associação Brasileira de Educação a Distância. Apaixonado por Educação, Aprendizagem e Desenvolvimento pessoal.
Educação Olimpíadas 2021
03/08/2021 00h17
Por: @profricardoribeiro

Psicóloga fala sobre ausência da presença física de torcedores nas Olimpíadas

Com o veto à presença de torcida nos Jogos Olímpicos de Tóquio, decisão tomada pelo governo japonês por conta do aumento do número de casos de Covid-19, o Comitê Olímpico Internacional tentará estimular os atletas com músicas e sons de torcida pré-gravados, numa aposta em levar a vibração dos torcedores aos competidores. No lugar das palmas e gritos ouvidos nos estádios lotados, DJs farão inserções sonoras nos momentos de pausa das disputas.

E a ausência da torcida presencial fará muita diferença para os atletas, na opinião da psicóloga e professora do curso de Psicologia da Estácio, Iara Farias.

Foto: Google Imagens.
Foto: Google Imagens.

- Além de estarem em um país distante, um tanto desconhecido e com cultura diferente, e sem a liberação de entrada nem dos familiares dos atletas para compor a torcida, seja para a modalidade que for essa ausência do calor humano e dos gritos de encorajamento farão muita falta aos competidores. Mas por outro lado, para atletas que acreditam que uma torcida adversária em massa pode atrapalhar seu desempenho, essa ausência será favorável até certo ponto. Tudo isso poderá trazer à tona questões positivas e negativas, dependendo de como cada atleta irá administrar essa questão, diz Iara.

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A psicóloga destaca que a experiência de jogos esportivos sem torcida já vem sendo realizada em partidas de futebol, por exemplo, em campeonatos nacionais e internacionais ao longo da pandemia. 

- Tive a oportunidade de acompanhar jogos em estádio sem presença da torcida e faz uma grande diferença para o atleta ter a multidão gritando na arquibancada. Acredito que a sonoplastia dos DJs durante as partidas para tentar motivar os atletas, pode funcionar, mas não substitui o barulho emocionante que a torcida transmite. O que importa é que os organizadores criem essas situações para tentar motivar os atletas, diz a psicóloga, que tem atuado em um trabalho com atletas de futebol.

Em relação aos torcedores que não poderão estar presentes nos Jogos, Iara acredita que assistir pela TV ou acompanhar pela internet a superação dos atletas pode inspirar a sociedade em meio a tantas questões negativas que a pandemia causou.

- É importante lembrarmos, ainda mais neste momento, do simbolismo da Olimpíada, uma competição que foi criada para que as nações demonstrassem sua supremacia nos esportes, sem violência e com integração entre os povos. É um momento de união entre as nações e em que existe um grande comprometimento dos atletas em competir em paz e pela paz, num clima de fraternidade que sempre foi presente nos Jogos Olímpicos. Que todos possamos ressignificar esse momento de união e que a chama olímpica reacenda em atletas torcedores a esperança por dias melhores.  

Estácio no Esporte 

A Estácio é uma das maiores e mais respeitadas instituições do setor educacional brasileiro. Há mais de 50 anos, proporciona acesso a um ensino de qualidade em larga escala e de maneira única. Dentro do pilar Esporte no programa de Responsabilidade Social “Educar para Transformar”, a instituição é hoje uma das maiores incentivadoras do esporte no país, com o programa Estácio no Esporte. Atualmente, mais de 500 atletas e paratletas são apoiados por meio de bolsas de estudo. 

O programa promove alguns dos principais eventos esportivos do Brasil, além de manter parcerias com diversas ONGs e instituições esportivas. A Instituição, que também é signatária do Pacto pelo Esporte, conta com atletas como Chloé Calmon (surfe), Laís Souza (ex-atleta de ginástica), Daniele Hypólito (ginástica), Fernanda Keller (triatleta), entre outros. 

Presente nos Jogos Rio 2016, a Estácio foi a primeira instituição de ensino apoiadora olímpica, sendo a provedora dos serviços de seleção e capacitação dos 140 mil voluntários e 6000 colaboradores dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Ainda em 2016, a companhia conquistou o Prêmio Aberje Nacional na categoria Comunicação de Programas, Projetos e Ações Esportivas com o case “Estácio no Esporte – Formando Campeões”. O case mostrou a forte e ampla ligação da instituição com o esporte ao longo dos anos e no período dos Jogos Olímpicos.

Fonte: Estácio
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