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Cidades Religiosidade
13/10/2021 14h59
Por: Isabel Ribeiro

Bocaina: Comunidade Vila Crioula celebra a 23ª festa de Nossa Senhora Aparecida

Há 23 anos a comunidade Vila Crioula, na zona rural de Bocaina, mantém viva a tradição religiosa e a fé, festejando a santa padroeira Nossa Senhora Aparecida. O festejo iniciou no dia 03 de outubro com o tema “Com Maria somos povo de Deus unidos pela aliança”. Do dia 03 ao dia 11, as nove noites prepararam a festa sagrada de Nossa Senhora Aparecida que culminou nesta terça-feira (12/10).

A missa solene teve início às 17h, no adro da igreja e foi presidida pelo padre Francisco Feitosa, pároco de Bocaina, da Paróquia Nossa Senhora da Conceição.

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Ao final da cerimônia o padre chamou as crianças presentes e parabenizou pela data que também é comemorado o Dia das Crianças.

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O primeiro festejo da comunidade aconteceu no ano de 1998 e teve a primeira missa celebrada pelo padre Manoel Moura. A Vila Crioula é batizada com o nome de uma mulher que residia em uma casa onde hoje está a igreja. Crioula vivia sozinha e de costume sempre fazia o trajeto entre o hoje povoado até a sede do município. Ela faleceu no dia 25 de maio de 1993 e foi sepultada em um dos cômodos da pequena casa.

Raquel Martírios, membro do Grupo Oração das Mulheres, revela que festejar Nossa Senhora Aparecida representa devoção e a tradição religiosa herdada da família. “Para mim o festejo representa muito. É uma fé e grande devoção à imagem de Nossa Senhora Aparecida e também uma tradição familiar”, disse.

A primeira imagem da santa para ser festejada foi doada por Joaquina Maria dos Martírios (In memoriam), avó de Raquel. Antes da fundação da igreja, era rezado o terço na data de 12 de outubro na residência de Dona Joaquina onde reunia todos os filhos.

“Ela festejava antes e doou a imagem para a igreja e a gente continuou a devoção à Nossa Senhora Aparecida […] eu continuo a tradição católica da minha vó e sempre faço parte da igreja, organizo, preparo, junto com o conselho da comunidade. A festa foi muito bonita”, contou Raquel.

Após a morte de Crioula, a residência foi transformada em capela e posteriormente na Igreja Nossa Senhora Aparecida.

Fonte: Cidades na Net
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