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Entretenimento - Entrevista

Postada em 11/05/2018 ás 15h44 - atualizada em 12/05/2018 ás 08h12

Publicada por: Bruna Sampaio

Miss erra ao falar de cultura, gera polêmica e renuncia ao título
Williene errou ao falar sobre o surgimento da cultura do marabaixo e gerou polêmica das redes sociais
Miss erra ao falar de cultura, gera polêmica e renuncia ao título

A ex-Miss Amapá 2018, Williene Lima, de 20 anos, renunciou o posto após cometer uma gafe em uma entrevista para o perfil oficial do concurso Miss Brasil 2018 no Youtube. A ex-candidata foi entrevistada pela Miss Brasil 2017, a piauiense Monalysa Alcântara.

Williene errou ao falar sobre o surgimento da cultura do marabaixo e gerou polêmica das redes sociais nos últimos dias. Marabaixo é considerada a maior manifestação cultural do estado. 

Foto: reprodução

“Nossa música mais famosa é o marabaixo. Vem do nosso afrodescendente que morava numa região marabaixo, desde 1984. E hoje como é feito esse ritmo? De batuques”, falou Williene. Em seguida, para ilustrar, é exibido um vídeo de carimbó, ritmo tradicional da cultura do estado do Pará.

De acordo com o G1, o vídeo foi replicado nas redes sociais por diversos internautas amapaenses e dividiu opiniões. Teve gente que reclamou: “Ignorância é ela não saber a origem e ir falar besteira. Passou vergonha”. Mas também teve internauta que defendeu: “Duvido que todos os amapaenses saibam da história do marabaixo, mas estão aí criticando a menina, quanta hipocrisia!”.

Na quarta-feira (09), a organização do concurso Miss Brasil 2018 anunciou pelas redes sociais a renúncia de Williene. Quem assumiu o posto foi a amapaense Emilay Campos. EM seu perfil, a ex-candidata justificou a saída: “Irei passar por procedimento cirúrgico oftalmológico”.

Foto: reprodução

Marabaixo

O Marabaixo mistura aspectos religiosos, musicais e de dança, considerada uma herança de escravos negros. Na viagem da África para o Amapá, para trabalharem na construção da Fortaleza de São José de Macapá, no século 18, acorrentados, eles criaram o ritmo.

“Foi falta de conhecimento da Miss Amapá e também falta de interesse em conhecer de fato a cultura do local que ela mora", disse a militante do movimento marabaixeiro, Elisia Congó. 

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