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Brasil Coronavírus
09/11/2021 08h35
Por: Marina Sousa

Bebê de 5 meses recebe vacina contra a Covid-19 por engano

Um bebê de 5 meses recebeu por engano uma dose da vacina da Pfizer contra a Covid-19 em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de Jundiaí (SP). Por decisão da família, a criança ficou sob acompanhamento no hospital.

De acordo com o relato do pai no boletim de ocorrência, a mãe levou a criança à unidade básica de saúde próxima de casa, na tarde de quinta-feira (4), para tomar a vacina meningocócica conjugada.

Divulgação
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A técnica de enfermagem, segundo o registro, antes de realizar o procedimento apresentou o frasco que seria usado e aplicou o imunizante.

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Por volta das 11h20, a unidade solicitou o comparecimento da família até a UBS para conversarem sobre a vacina aplicada. Ao chegarem ao local, estavam a pediatra, a enfermeira e a enfermeira-chefe da unidade.

A profissional informou que ao aplicar a dose, mesmo que havia sido apresentado o frasco, a técnica de enfermagem se confundiu e aplicou a vacina da Pfizer.

Conforme o registro, a justificativa foi que somente identificaram quando foi descartar o frasco no lixo.

Prefeitura apura

Anteriormente, a prefeitura informou que a família foi contatada logo após o erro ter sido identificado.

"A equipe entrou em contato com a família para esclarecer o fato e iniciar o monitoramento, conforme protocolo orientado pelo Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo."

Ainda conforme o Executivo, o caso está sendo apurado em um processo administrativo. A profissional que aplicou o imunizante foi afastada até a conclusão da investigação.

Pedido de autorização

Na quarta-feira (3), o Governo de São Paulo disse que iria enviar à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) um pedido de autorização para imunizar crianças de cinco a 11 anos contra a Covid-19.

Segundo a Anvisa, no entanto, o pedido de inclusão de um novo grupo no público-alvo dos imunizantes contra a doença "deve ser feito pelo laboratório farmacêutico responsável pela vacina", não por governos.

Assim, a solicitação, na prática, ocorre como instrumento de pressão, uma vez que no país ainda não há nenhum imunizante aprovado pela agência para vacinação desse grupo.

O governo estadual defende, ainda, a segurança e eficácia da CoronaVac no público infantil. Em agosto, os diretores da Anvisa negaram unanimemente o pedido do Butantan para incluir crianças e adolescentes (de três a 17 anos) entre as pessoas que podem receber a CoronaVac no Brasil.

Na semana passada, a farmacêutica Pfizer disse que entrará com um pedido de autorização na Anvisa para que a vacina possa ser aplicada em crianças. O pedido será feito ao longo deste mês.

No fim de outubro, a Pfizer informou que sua vacina contra a Covid-19 é segura e mais de 90,7% eficaz na prevenção de infecções em crianças de cinco a 11 anos. Os dados foram enviados à FDA.

Fonte: Agora
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