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Saúde Vacina
19/04/2022 08h24 Atualizada há 2 meses
Por: Carol Sousa

Anvisa estuda revisão sobre o uso emergêncial de vacina contra covid-19

A vigência dos atos editados em resposta à pandemia da Covid-19 foram postos sob revisão, anunciou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nesta segunda-feira (18). Entre esses textos, constam as resoluções que tratam do uso emergencial de vacinas e medicamentos. As informações são da Agência Brasil.

Diversos atos publicados de forma excepcional pela Anvisa, em resposta à pandemia, tinham validade determinada até o fim do Estado de Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional, encerrado pelo ministro da Saúde Marcelo Queiroga no domingo (17). Essa condição deve ter seu fim revisto nesta semana a partir de nova portaria da pasta.

Anvisa estuda revisão sobre o uso emergêncial de vacina contra covid-19

"A solicitação feita pelo Ministério da Saúde é que a vigência das normas da Agência relativas à pandemia seja mantida por um ano a partir do momento da retirada do estado de Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional. A prorrogação do prazo de vigência das normas ainda depende de aprovação da Diretoria Colegiada da Anvisa e, se aprovada, deve permitir que vacinas e medicamentos em uso emergencial continuem em uso por este período (um ano)", explicou a Anvisa.

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RECOMENDAÇÕES

Em nota publicada nesta segunda, a Anvisa destaca que a vacinação contra a Covid deve continuar em andamento e que a dose de reforço deve ser aplicada nos públicos indicados. Para a agência, diante a possibilidade de novas variantes, é necessário também que a vigilância epidemiológica continue com atuação sobre a doença, por meio dos programas de testagem e mapeamento genômico do vírus em circulação no Brasil.

"Cada pessoa deve continuar atenta às medidas de higienização das mãos e uso de máscara em ambientes de maior risco, com aglomerações", destacou o órgão de vigilância sanitária ao lembrar que, apesar dos avanços alcançados no Brasil, muitos países ainda continuam em estado de pandemia e com índices de vacinação ainda baixos, necessitando imunizar suas populações.

Fonte: Folhapress
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