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13/05/2022 15h30
Por: Bruna Dias

Tenente da PM do Maranhão esclarece prisão de soldada

O tenente da Polícia Militar do Maranhão, Mário Sérgio Oliveira Brito, esclareceu, por meio de nota, os fatos acerca do episódio de prisão em flagrante da soldada Tatiane Alves, ocorrido no dia 05 de setembro de 2021 e noticiado no Portal R10.

O tenente afirma que na data do ocorrido, estava como Chefe de Operações do 1º Batalhão de Policiamento Turístico do Maranhão (BPTUR), realizando o policiamento ostensivo na região central da capital maranhense, local onde havia uma grande concentração de pessoas devido às festividades do aniversário da cidade.

Em nota, ele ressaltou que devido ao grande fluxo de pessoas que se encontrava no local, por volta de 19h:45, determinou a um dos militares ali presente que informasse as patrulhas, via rádio HT, que todos permanecessem em seus postos, pois não poderia dispensar o policiamento, uma vez que isso poderia comprometer a segurança dos cidadãos presentes no evento, chegando a informar também que, posteriormente, todo o efetivo que ficou além do horário estabelecido seria recompensado, seja por jornada operacional extraordinária ou por dispensa.

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Na nota, ele informa que, mesmo após a determinação, a soldada Tatiane Alves compareceu perante seu superior para entregar seus instrumentos de trabalho (Tonfa, Colete, Reflexivo, etc.) e afirmou que já estava indo embora, visto que seu horário de trabalho já havia excedido, sem apresentar justificativas plausíveis para tanto e agindo de forma desrespeitosa com seu superior, dizendo que "só iria cumprir o horário que estava na escala de serviço". Assim, em razão da sua insubordinação e desrespeito, o tenente acabou dando-lhe voz de prisão.

Ainda de acordo com o tenente, apenas no momento de suas declarações, já no Quartel do Comando Geral, a soldada informou que supostamente havia comunicado ao seu superior que necessitava ir embora pois precisava urgentemente amamentar seu filho, de dois anos e meio, e que não possuía mais condições físicas de permanecer em serviço. "Entretanto, essa informação não se sustenta, pois nos autos do Inquérito Policial Militar nº 069.2021-DP3 restou comprovado que não houve solicitação da soldada Tatiane para amamentar seu filho que estava no local, nem no Centro Histórico, nem no QCG, assim como também não foi notificado pela a mesma que não tinha condições físicas de permanecer no serviço", afirma o tenente.

O PM Mario Sérgio Oliveira Brito ressalta ainda que "em nenhum momento a Soldado comunicou ao seu comandante sobre esta condição, apenas se insurgiu contra a jornada extraordinária imposta a todos os demais soldados praças, tendo comunicado sobre possível necessidade de amamentação do filho de dois anos e meio, somente após orientação de sua advogada".

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