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22/06/2022 11h58 Atualizada há 6 dias
Por: Carol Sousa

Depressão Felina - Como identificar e tratar

Nos dias de hoje, a incidência de problemas de cunho psicológico em humanos é cada vez mais frequente, e se engana quem pensa que esse tipo de complicação não afeta a vida dos animais. Pesquisas específicas chegaram a ser feitas para identificar e provar a existência de tristezas profundas em cães, mas a depressão felina também é uma doença real, e quem tem um gatinho em casa também deve ficar ligado no comportamento do seu pet para evitar um quadro depressivo.

Assim como no caso das pessoas e dos cães, fatores como a perda de alguém querido e períodos de solidão muito longos fazem parte da lista de causas da depressão felina. No entanto, os motivos do desenvolvimento de uma doença desse tipo em animais podem ser muitos e, pelo fato de os gatos serem bastante independentes, os sinais podem levar mais tempo até que sejam notados pelos proprietários do bichano – piorando o quadro de tristeza do pet e, possivelmente, dificultando o tratamento dos sintomas. 

Foto: Freepik
Foto: Freepik

Sintomas da depressão felina

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Os miados podem ser um bom indicador de alguma complicação relacionada à tristeza na vida dos gatos e, por isso, é preciso prestar atenção no caso de ele passar a miar com uma frequência muito maior (ou menor) que o de costume.

A falta de apetite e a recusa de alimentos também fazem parte dos principais sinais de depressão felina, assim como o uso errado da caixa de areia.

Os bichanos – que são tidos como animais extremamente limpos e preocupados com a higiene – passam a urinar e defecar por toda a casa quando estão deprimidos.

Evitar brincadeiras antigamente adoradas, permanecer isolado e apresentar comportamentos extremamente agressivos também podem ser sinais de alerta para a depressão nos gatos, que também podem passar a se esconder das pessoas e desenvolver doenças de pele em função do seu estado. Em muitos casos, gatos muito tristes passam a lamber sem parar determinadas regiões de seus corpos (como as patas, que são de acesso mais fácil), causando a perda de pêlos na região e, com o passar do tempo, podem aparecer feridas sérias e que precisam de tratamento.

Embora esse conjunto de sinais possa indicar a presença de uma tristeza profunda no bichano, é sempre necessário que uma visita seja agendada com um veterinário para confirmar o diagnóstico e iniciar qualquer tipo de tratamento.

Há casos em que os gatos se isolam, simplesmente, por ser de seu costume, e fazem suas necessidades no lugar errado por outros tipos de problema e doenças; portanto, exames clínicos e laboratoriais devem ser realizados para excluir outras anormalidades antes que uma conclusão seja apresentada, e somente um profissional pode fazer isso da maneira mais adequada.

Tratamento de gatos deprimidos 

Embora a adição de um novo pet à família seja tida como um fator de risco para o desenvolvimento da depressão felina, tal ação também pode ser indicada, justamente, para tirar o animal desse estado; já que ter a companhia de outro bichano para brincar pode elevar bastante o nível de felicidade dos gatinhos.

Medicamentos homeopáticos e alopáticos – incluindo antidepressivos - também podem ser indicados para os felinos acometidos pela doença; no entanto, a prescrição de qualquer tipo de medicação deve ser feita, somente, por um veterinário, evitando causar ainda mais problemas para a saúde do pet que já está tristonho.

Cada caso de depressão felina deve ser analisado individualmente para que um tratamento possa ser definido. No entanto, com ou sem a ajuda de remédios; aumentar os carinhos, os mimos e o tempo passado com seu pet é indicado para todos os casos de tristeza em animais, sendo que, em alguns casos, o simples fato de agradar um pouco mais o seu bichano com muito amor e privilégios adicionais (como novos brinquedos e petiscos) já pode ser o suficiente para que ele se sinta bem melhor.

Como prevenir a depressão em gatos

Nem sempre é possível prevenir a aparição da depressão felina – tendo em vista que boa parte dos fatores que desencadeiam a doença não podem ser controlados pelos donos do pet. Entretanto, diversas ações podem ser feitas para que se diminuam os riscos do desenvolvimento do problema, e dar atenção constante por meio de carinhos e brincadeiras é o primeiro passo para manter seu bichano alegre.

Apostar na variedade de alimentos (de acordo com uma dieta balanceada, é claro) também pode ser uma boa opção, assim como realizar atividades divertidas junto ao animal com frequência. Manter uma rotina pré-determinada é outro fator importante para a prevenção da tristeza profunda, e evitar mudanças muito grandes de casa e ambiente (quando for possível) é igualmente indicado.

É recomendado que se passe, pelo menos, 30 minutos por dia realizando algum tipo de atividade com o gato e, na ausência de uma companhia durante o dia, pode ajudar bastante que as janelas da casa fiquem  abertas (se você morar em apartamento, siga isto somente após proteger as janelas com telas) e o rádio ligado, dando uma sensação mais agradável ao pet. Em conclusão, o que há de mais importante a observar é que, com muito carinho, chamegos e atenção, fica bem mais difícil que o seu felino desenvolva algum tipo de doença psicológica e; portanto, os mimos para seu pet nunca devem cessar.

Fonte: CachorroGato
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