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Postada em 08/06/2018 ás 09h40 - atualizada em 08/06/2018 ás 09h47

Publicada por: Redação

Repórter da Globo se assume lésbica e denuncia assédio de ex-chefe
“Me reconheci lésbica numa época em que ser homossexual não tinha nenhum glamour
Repórter da Globo se assume lésbica e denuncia assédio de ex-chefe

Foto: Reprodução

A repórter da TV Globo há pelo menos 15 anos, Nadia Bochi usou sua página no Linkedin, na noite de quarta-feira (06), para falar sobre sua orientação sexual, machismo e assédio no trabalho.

De acordo com o UOL, no longo relato, que também foi publicado em sua página no Facebook, a repórter dos quadros Tem Visita e Na Estrada, do Mais Você, contou que se descobriu lésbica em uma época difícil:

“Me reconheci lésbica numa época em que ser homossexual não tinha nenhum glamour. Não existia beijo gay nas novelas, pelo contrário as lésbicas explodiam junto com os prédios. Aliás, até no cinema era difícil demais encontrar algum tipo de casal que me representasse. Tive que inventar o imaginário que não existia fora da ficção, bem lá na realidade crua onde a palavra homossexualismo ainda era nome de doença, segundo a Organização Mundial de Saúde”, começou Nadia.

“Parece distante, mas isso tudo foi ontem, nos anos 90. Década em que comecei a trabalhar como jornalista em um dos canais de TV a cabo mais importantes do mundo (a HBO) e tive o a oportunidade de descobrir que era possível ser gay e viver fora do armário”, continuou.

No texto, a jornalista de Ana Maria Braga contou que foi vítima de homofobia, de machismo, e revelou que já foi assediada por um de seus chefes:

“Algumas vezes tive que colocar a prova minhas convicções. Enfrentei situações de assédio, como a maioria das brasileiras. E acreditem, quando isso acontece com uma mulher lésbica a violência é muito cruel porque além do ato ser machista é homofóbico”, disse.

“Lembro da vez triste em que fui assediada por um chefe que insistia em, além de me beijar, questionar minha escolha de amar mulheres. Não permiti que o beijo acontecesse. Principalmente não deixei que aquele ato de violência colocasse em dúvida quem eu era. E mais uma vez, sei e reafirmo que tive muita sorte”, disse.

Bem-resolvida com sua orientação sexual, a apresentadora contou que não tem problema em andar de mãos dadas com a namorada, e que na maioria das vezes pessoas têm respeitado sua opção.

 

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